ALVORECER NA ESTRADA

ALVORECER NA ESTRADA
Inoã - Maricá - RJ

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

PARACAMBI, RJ


CENTRO DE PARACAMBI, RJ




PRAÇA CASTELLO BRANCO




EU E ESPOSA

AO FUNDO A "FABRICA DO CONHECIMENTO"




EU E A ESPOSA






CURTIMOS MUITO




"FÁBRICA DO CONHECIMENTO": FUI LÁ E GOSTEI MUITO.




PARACAMBI, RJ
Fábrica do Conhecimento - Quem for a Paracambi, não pode deixar de visitar a Fábrica do Conhecimento, uma antiga Cia. Têxtil fundada em 1871, numa área de 30 mil metros quadrados. O espaço foi transformado em um complexo educacional e abriga quatro pólos de ensino superior e profissionalizante; a Escola de Música Villa-Lobos; o Planetário e a Brinquedoteca Viva. No local, também estão sendo construídos uma Biblioteca Regional, o Museu da Ciência e a nova sede da Escola Villa-Lobos. Trata-se de uma construção inglesa do século XIX.

REFERÊNCIA: http://www.portalparacambi.com/cidade.htm:

sexta-feira, 4 de março de 2011

Alto - Teresópolis - RJ


                        Vista parcial do bairro Alto, Teresópolis no Rio de Janeiro em 27/02/2011.
No Domingo quando estive por lá muita movimentação de carros cruzando a cidade, no entanto praticamente todo comércio fechado. Não entendi o comportamento desta localidade, nenhum restaurante aberto ou o que tinha deveria estar bem recolhido, fora do alcance da vista (ou estômago?) dos mais famintos como eu.

domingo, 30 de janeiro de 2011

ALCÂNTARA, SÃO GONÇALO - RJ

Para quem vem de Itaboraí eis aí a chegada a Alcântara, um bairro próspero de São Gonçalo. 
Se o visitante não quiser passar pelo centro nervoso do bairro é só subir à esquerda, pelo viaduto.
Centro comercial muito ativo que segundo dados oficiosos chega a superar o Centro do municipio.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Estrada de Ipiíba - São Gonçalo, RJ

  • Esta ponte por onde passava o trem ainda pode ser vista ao longo desta estrada.
  • Desativada há muitos anos esse é um dos poucos resquícios que lembra esta via férrea que fazia o trajeto Barreto em Niterói passando pelos bairros de Vila Lage, Barro Vermelho, Santa Catarina, Alcântara, Santa Izabel em São Gonçalo (entre outros) e seguia até o Município de Maricá.
  • Ao longo de todo esse trajeto mencionado, hoje nota-se pequenas casas construidas. 
  • A antiga companhia que administrava esta via férrea a RFFSA já não existe. Basta ao governo federal a responsabilidade de: 1) reconstruir a história de via que serviu para a distribuição da produção agrícola entre esses minicípios; 2) dar uma solução quanto a estas agora moradias.

RIO DO OURO - SÃO GONÇALO, RJ

Aqui quem vem de Niterói/Tribobó e vai em direção à Região dos Lagos.

RIO DO OURO - SÃO GONÇALO, RJ

Pista da direita para quem segue em direção a Tribobó, São Gonçalo.
Aqui a pista para quem vem da Região dos Lagos em direção a Tribobó/Niterói, RJ.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Antiga estação de trem em Itaboraí - RJ

 Antiga estação de trem em Itaboraí - RJ agora usada com residência.

  • A estação era muito útil, assim como todo o meio de transporte feito sobre os trilhos.
  • Por alí passaram desde passageiros até cargas como cimento.
  • Hoje jaz uma estação que ao menos deveria passar  à memória do município, no entanto está degrada e sem perspectiva de que algúm órgão governamental sensivel o acolha para os devidos registros históricos.

UM POUCO DE HISTÓRIA

Em 23 de abril de 1860, com a inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Niterói-Cantagalo,  Itaboraí consolidava a sua importância econômica, pois recebia toda a produção de gêneros do Norte Fluminense pela ferrovia e a enviava em embarcações pelo rio Aldeia até o rio Macacu e deste para a Baía de Guanabara para ser comercializada. Contudo a Vila de S. Antônio de Sá, entrava em decadência, pois perdia a sua condição de entre posto comercial.
Em 5 julho de 1874, é inaugurada a Estrada Ferro Carril Niteroiense, partindo de Maruí (Niterói) até Porto das Caixas, ligando Nova Friburgo e Cantagalo, diretamente ao porto da Capital da Província, substituindo o transporte fluvial realizado através de Porto das Caixas, o que levou ao seu declínio e por conseqüência o da Vila de S. J. de Itaboraí, este também agravado pela libertação dos escravos, o que levou  muitos fazendeiros à falência.